sábado, 22 de maio de 2010

Semblante

O seu semblante,  o seu porte, o seu jeito

Não encontrei neles defeitos.

E catei os menores que fossem.

Mesmo que a mente cegasse o olhar.

Minha vida passa através de você

Com o peito manchado de sangue

E a bela lembrança tão forte, tão firme.

A boina, a estrêla, a recordação.

A foto

A lembrança

O passado

O leve sorriso marcado

Por  frias revoltas ou doces ilusões.

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