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Mostrando postagens de Maio, 2016

Não posso me calar

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Como mãe, mulher, professora e advogada que por muitos anos atuou na área criminal exponho o meu pensamento acerca do caso de estupro ocorrido no Rio de Janeiro.
O século XXI dito como de “avanços” deu um recuo sem precedentes ao tratar de algo que é essencial para o ser humano: o respeito a família. E, quando cito família quero também que fique claro, a verdadeira família cristã.
O amor ao próximo é essencial, entretanto observamos que seres humanos são “vomitados” diante da cruel crise de existencialismo, onde o que se vê é um circo de horrores, a barbárie.
Onde e como podemos aceitar filhos que não encontram valores na própria família? Sequer tem o aconchego e o exemplo dos pais? E o que dizer das escolas que hoje negligenciam? Por quê fazer de conta que tudo ocorreu “PORQUÊ”????????
Não existe justificativa nem palavra que consiga expressar a violência seja ela qual for.
Meu Deus, cuida dos nossos heróis e sobreviventes, pois tenho a honra de ser presença diante de muitos que cultivam …
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Me pergunto a todo instante Se nesse mundo existe a presença de um deus. Seja ele preto ou branco, amarelo ou sem cor Necessita se fazer ver, e mostrar o seu valor. Não existe um só viajante Dessa esfera multicor Onde os sentidos são "sentidos" E repercute em forma de dor. São mulheres, homens ou crianças Animais indefesos e sem vigor. Todos torturados, abalados, Indignados pela ausência do amor. Gritos são abafados, Choros incontidos pelo pavor, Risos inconformados, Diante da perversidade do horror. Alguns declaram que é o progresso,
Crescimento ou o que for! O fato é que a desgraça No mundo se instaurou.




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Gostaria de cumprimentar a todas as mães: as que pariram por seu próprio ventre, as que se entregaram a maternidade pelo amor incomensurável e incontido, as que sonharam embalando um bebe em seus braços, ou até mesmo sonharam e não se predispuseram a desafiar e aprender o maior de todos os dons: o dom do amor. Maternidade não é simbologia, nem precisa de adjetivos para se qualificar, até porque não existe entre as palavras, uma classe para destinar. Todavia, se faz necessário saber maternar, amparar, entender, criticar, superar ... ensinar.  E, por mais sublime que seja, de nada adiantaria envolver se num ato tão sagrado, se não souber amparar e ser amparado pela sabedoria do não! E as afirmativas são sucessivas, e muitas vezes tão doloridas, tão desprezíveis que nem são compreendidas, e se envolvem na magia dos sentimentos, que se faz apodrecer diante da dor por não saber conter na melodia doce da negativa diante do perspicaz “esplendor”. São momentos inexplicavelmente invencíveis, poré…