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Mostrando postagens de Junho, 2012

LOUCOS SIM.

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Insanos e loucos, cada um de nós é um pouco. O mundo é sim e verdadeiramente dos loucos, Mas os loucos do ser e não do ter, Do amar e não apenas desejar, Do querer e não possuir, Do sonhar e poder acordar. Jamais o mundo seria mundo Se não houvesse os loucos. Porque a loucura é a certeza da insanidade que somos racionais. É através dela que convivemos E aprendemos. Que em cada dia uma lágrima escorre, Para que possamos limpar os olhos E enxergar a vida, O maior dom Oferecido por Deus... Só nos cabe, agradecer.

MEU BRASIL que VERGONHA! Estou em luto.

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Quando os jesuítas chegaram por aqui eles não trouxeram somente a moral, os costumes e a religiosidade europeia; trouxeram também os métodos pedagógicos. Assim, os portugueses trouxeram um padrão de educação próprio da Europa.. Na verdade não se conseguiu implantar um sistema educacional nas terras brasileiras, mas a vinda da Família Real permitiu uma nova mudança, todavia a educação continuava em um patamar secundário. E a situação é tão triste que se observarmos com carinho, podemos ver que o Brasil foi achado em 1500, mas somente em 1934, surge a nossa primeira universidade em São Paulo. Nada se fez ou se faz pela educação, continuamos a ser açoitados como irracionais, e a nossa base escravocrata em muito permeia as nossas vidas, para acreditarmos que a música, e apenas ela, será o consolo para as nossas vidas. É como se o cantar consolasse as nossas dores, vez que o homem que não pensa, é incapaz de debater e expor as suas ideias e ideais. Os séculos passaram, muito se “inventou” ou…

Corrupção ?

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O sujeito ficou revoltado, Ao ver ali adiante “simpático” meliante - embora bastante arrogante, Que roubava a estudante. Ainda pequenina... Quase menina, Talvez na flor da idade, - e não era da cidade. Ela mal sabia que a cotovia Cantava todos os dias, Perto da janela, da casa da minha tia. Despertava a rodovia Para tudo o que ali ocorria. O povo estarrecido e corrompido Nem ligava a cantoria. Na verdade já sabiam Das travessuras do dia a dia Do ladrão que ali aparecia Levando com insensatez As migalhas do burguês, do pobre... E da vida. Safada foi minha tia! Ouvia aos gritos do povo E ate achava um colosso Ou algo fenomenal. Dizia que ficar em silêncio Gerava os seus por cento O leite, a merenda do rebento. A casa e o seu “aumento” A janela no fundo do quintal.