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Mostrando postagens de Dezembro, 2016

Pétalas

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Existe algo mais valioso que o ouro, Mais doce que mel, Envolvente como as estrelas, Brilhante como o sol, Imenso como o infinito, Delicado como o arco-íris, Suave como pétalas de uma rosa. Sensual como a lua, Eterno como a alma...
O meu amor!

Desejo Artificial

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É impossível lembrar como tudo começou Mas você sempre dizia: - eu te quero por todo o sempre. Mas, nada era como imaginava Tudo aos poucos se transformava Você não mais me amava Apenas o desejo artificial.
De tanto te amar, me perdi. E quando tudo explodiu ... Eu novamente me encontrei.
Hoje eu penso em como tanto te amei.

Magia e Desilusão

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Suas torres góticas, Batendo levemente pela extravagante neblina O barulho do luar dos lobos,  Espalhados por toda a região. Logo a frente, o poderoso Drácula! Com suas vestes sombrias... Sua clara pele A grande escuridão Afiados dentes Sempre alojadas no imenso castelo, Deitados por altas janelas Incandescentes a luz da lua, E aqui corro perigo! As veias clamavam por sangue, O doce aroma das profundezas O mistério estava presente A sensibilidade cada vez mais próximo O despertar da irresistível tentação, A extrema leveza e a facilidade, As suas fortes habilidades, As suas belas e sedutoras aparências, E lábios tão encantadores... Velocidade já não era suficiente, As mulheres finalmente gritavam Encanto e sedução Magia e desilusão Roupas rasgadas ao chão O intenso medo, Devora o meu coração.

Por Uma Janela

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O mundo é mostrado ... por uma janela Minha mente navega Meu corpo repousa. Num piscar de olhos ...  Viajo. Vou a um lugar em que haja paz. Os meus olhos se abrem Sinto o coração pulsar As brisas do vento na pele tocar, Enquanto bate a vontade Novamente tento sonhar.
E a liberdade atrai a felicidade Apesar de existir maldade Não aceita tão doce prisão. Um grande amor cura a saudade Repara a dor da desilusão. E o mais poderoso sentimento Diante da vida faz lamentos em cor E a cada lágrima da despedida A certeza de que nada acabou.
Sigo diante do desconhecido Mergulhando em um ar de limitações Nada se ouve ...  Ou nada se cria E aos poucos se desfaz o temor. Se nada cabe no tempo E nos tempos livres ficamos a chorar Parece que não há espaço suficiente Apenas refletir e repensar!

Não estamos prontos para o retorno

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Não estamos prontos para o retorno. Em verdade, tememos pelo invisível, por tudo o que desconhecemos, por incertezas, por aquilo que foge ao nosso controle. Por instantes nos mostramos valentes, ambiciosos, sedutores, gananciosos, orgulhosos ou amorosos...por reflexos – e não reflexão – invadimos a privacidade alheia, e tentamos expurgar as nossas revoltas interiores com a navalha afiada da nossa língua em detrimento do outro. E quantas vezes, sem que nos apercebamos julgamos e pré julgamos aos nossos semelhantes! Admitamos que a inveja e a soberbia ultrapassam as nossas fronteiras tão egocêntricas, e descortinamos a um horizonte que sequer sabemos se um dia estremos a nos aproximar. Falhamos e persistimos, cobramos e não pagamos, revelamos o que nunca a nós foi revelado. E, nessa pressa louca de se apresentar como verdadeiro conhecedor de todas as coisas nos julgamos superiores, esquecemos o quanto inútil e desprezível somos diante do universo contemplativo. Quisera retornar ao passado e…