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Mostrando postagens de Fevereiro, 2015

CULTIVAR

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Aceitar a felicidade É o primeiro passo para obtê-la. A maioria de nós não é feliz Simplesmente porque Acha não merecer. Abrir-se às circunstâncias prazerosas, Conhecer gente, Abrir o coração Perceber que a felicidade afetiva Não é algo que só existe em filmes. É chegada a hora! Dedicar – se exclusivamente A tudo o que dá prazer Fazer uma lista Procurar cultivar Convidar a pessoa querida Viver a cada momento E a felicidade se multiplicará.

A chuva e a nossa alma

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São tantas as tempestades Que a chuva não me assusta. Gosto do arco íris, E, das gotas da fina chuva. E se as gotas tornam-se forte; Engrandecem ao meu viver ... Não dói, apenas molha Porque preciso ter os pés livres Aprender a dançar, a caminhar, Aprender a não sofrer ................................................... E não destruir o guarda chuva...

RENOVAR

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Ficar falando sobre o que incomoda,  - Ou se ressentindo, Não será bem aproveitado - Ou sequer desejado. Se depois nos desligamos, Pode não haver um "final amoroso"... Mas, pode envolver uma relação de trabalho, E até mesmo qualquer relacionamento -  Que não esteja mais "funcionando". Os nossos dias são propícios - Para dar uma geral. Sabe aquela roupa que nunca mais usou? - Que tal doá-la? - E se beneficiar daquele livro que nem sequer abre? Vamos lá: O que para alguns é lixo, Pode ter utilidade.


FINALIZAÇÃO

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É tempo de reciclar É hora de renovar É um momento de finalizações ... Necessárias. É o momento de findar a um ciclo De permitir a partida. Mas, procurar fazer com objetividade De permitir o que já teve grande sentido Seguir e participar de outras relações. É bastante provável que nada faça mais sentido E, simplesmente, "morra"! Não dá para fazer de conta, pouco ou nada muda Que não existem coisas que incomodam. Pode haver uma tendência a não enxergar Mas ficar tão simplesmente "ruminando" Este é um momento para tomar atitudes práticas Afinal de contas, O que foi evitado transbordara novamente! Já deu o que tinha que dar E esta é a beleza da vida: Nos encontramos com as pessoas, Trocamos, E depois nos desligamos, E não há limites na vida, Sim! Um miniciclo de finalizações.

TRISTEZA

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Estou tão triste,  Estou sem alma Em desafio  Ao meu viver Procurando em meio a vida A razão do querer ser. Sinto frio E não é da frieza Escuto a voz Em meu interior Busco carinho, Procuro o encontro Desafios que seguem Na falta do amor. Perdida,  Melancólica, Chorona Em lágrimas que se escondem Por meu olhar São gotículas finas, Transparentes São mágoas E insistem em vencer.

Ai como dói!

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Meus olhos encheram de lágrimas Ao ver o casulo e a borboleta Em pequenos momentos Tão grande é a saudade E bem sei que são como as estrelas. Tão amadas, mas na solidão Algo que ficou de alguém ... ... Que partiu! A angústia dos instantes da dúvida A certeza dos momentos de fé, No canteiro em singelas violetas. E quem admira o jardim em flores Sem a doçura da sutil borboleta? Devo criar asas e pertencer aos jardins Em cores e odores determinar com firmeza: Se os abutres passeiam em minha tristeza Usarei dos sonhos, clamarei gnomos E farei da vida a minha realeza.

MALDITA

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Imunda, podre, infeliz Quase te chamo de meretriz! Quiçá fosse ousada, descarada, Mas, nem temes por tua alma. Desdenhas da vida e da morte, Te atiras contra a própria sorte, Jogas a vida como redemoinho, Se vais, voltas contra teu próprio ninho. Desgraçada! Estraçalhas a vil lembrança Temerosa, buscas a vingança Enlouqueces, e inflamas Buscas na tua sorte a tua fama. Indesejada, mentirosa És cruel e venenosa. Sabes como enlouquecer A todo aquele que ousa não temer. Porém, um dia o teu destino Receberá o castigo que mereces Será jogada meio as pestes Encontraras a dor diante de ti Impiedosamente haverás de sucumbir.