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Mostrando postagens de Julho, 2012

Sera RAÇA, a humana?

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Não acredito na raça humana, Não acredito sejamos racionais, Não acredito que tenhamos sentimentos. E nem creio no amor ao próximo. O homem é vingativo e sem pudor, É cruel e cheio de artifícios, É asqueroso e dissimulado, É astuto e ardiloso. Usa da alma para encobrir-se Da dor para fazer sofrer Da lágrima para banhar-se... Esforça-se para lembrar, Esquece-se de saber viver.

Imagens

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Voltei do passado. Acordei. Reuni forças e busquei rumo. Olhei para trás... Não sonhei. Vi em cada pedaço, O retrato do que passou. Reuni imagens, contemplei: Estavam tão perto e tão distantes. Relembrei.
Cumprimentei ao ontem, Reverenciei ao futuro, Pedi clemência, chorei a paz. Tudo é tão novo! É tão singelo ver o presente Porém, é tão difícil perceber. O tempo passou.... Algo ficou para trás Não apenas as lembranças E não tem como reaver.
Busco nas experiências o que resta, No desacato o raciocínio, Na dor a esperança, Na vida, o renascer.

Mundo estilhaçado.

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Embalsamados pelo ardor das eras, seguimos rumo ao desconhecido, ou tememos afirmar que o temeroso ardil que desenhamos esta estabelecida em nossa existência. Poderíamos ao passar dos anos querer crer que o homem vislumbraria aos conhecimentos de toda e qualquer natureza – porém, o foco, o maior objetivo deveria ser estabelecer a união e a paz. Todavia, é necessário explicitar que tornaram-se canibais escolarizados e eivados em consciência do mal que são capazes de provocar. Haveríamos de buscar questionamento diante de alguém que é capaz de atear fogo em seu semelhante por mero prazer? Ou aquele que se regozija por ter fatiado a outrem com quem reproduziu a sua espécie, e trocou juras de amor? Ah! A selvageria expande-se a tal ponto que os homens são capazes de provocar o infortúnio, o desespero em seres considerados irracionais, deixando-os abandonados, trancafiados, sem a alimentação básica (água e comida), sem direito a defesa, e provocando o questionamento:  Se não raciocina por que a…

Terra descendente

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Amor-família- infâmia. Imunda, terra descendente. Nasce – morre. Envolvente. Quem sabe pode ser gente! Laços sanguíneos, Correntes estreitas, Apertadas, Amaldiçoadas, Escolhas erradas. Dias frios, noites quentes, Esperas incandescentes - Jamais decentes. Vixe Maria, ô gente.

Beijo que beijo.

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Quer um beijo?
Só se for bem molhadinho...
Daqueles de passar a língua nos lábios...
Brincando de pega... Pega.
Beijando bem de mansinho.  Desce ao queixo... Beija e salpica
Escorrega até o pescoço,
Vem ao ombro... Beija, e lambe.
Que coisa mais tonta e louca!
O sussurrar de belas palavras
Atiça ao meu coração
E o reencontro de beijos loucos
Revelam grande emoção. E mãos no percorrer do corpo
No calor da pele, Em corpos... Em explosão. São doces e íntimas carícias
Mas no fundo é ilusão.