Não Matáras.

                              
Estagnada, estarrecida, e com a sensação de imensa dor, olhava e relembrava o caso Daniela Perez. Eis que diante dos meus olhos no televisor e, de outros telespectadores estava um ator a demonstrar o que mais fez em sua vida: a encenação.
Maquiavélico, arrogante, perspicaz e porque não dizer, nojento, tentava mais uma vez ser a vítima diante da dor de uma mãe que até hoje sofre pela perda da sua filha.
Guilherme de Pádua e tantos outros personagens desse palco que é a vida, não perdeu nem por um instante o prazer de apresentar os seus dotes teatrais. A capa que buscou para encobrir-se foi a religião, em palavras de um contexto bíblico que não condizem com o texto.
Esqueceu o que esta escrito: Não Mataras!
Hoje, envolvido com uma igreja (coisa que é corriqueira entre os detentos), fala e proclama, mas não clama ao verdadeiro sentido da fé e amor a DEUS..
Até onde vai a estupidez humana?
A audiência do programa na emissora da televisão deve ter chegado ao topo, e consequentemente a imagem de mais um patife foi exposta. Quem sabe muito em breve outros também não vão buscar respaldo na telinha que transforma heróis em bandidos ou vice-versa.
 A resposta tão esperada por todos não foi ouvida, até porque jamais será pronunciada, visto que nem todo aquele que diz: "Senhor, Senhor!" tem o verdadeiro DEUS no coração.

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