segunda-feira, 19 de abril de 2010

Homenagem ao Rei: Roberto Carlos.


Que falar de uma geração que tem um rei? Que dizer de um povo que ainda canta e lembra o romantismo com o mesmo ardor! Que fazer diante de um mundo tão envolvido com gritos e urros e esquece o sussurro?
É, mas o rei hoje completa 69 anos e justo nessa data devolve a mãe terra o corpo da mãe amada.
Parece inevitável dizer que Laura certamente esta a cantarolar para o aniversariante, que ao despedir-se em vida, embalou ao momento com a letra que tão carinhosamente a homenageou: Lady Laura.
Roberto é um ícone e como tal será reverenciado e amado. Em suas letras transmite ao mundo o que mais é preciso ser dito: AMOR. Vivemos conflitos de toda a natureza, desde os mais simples aos tormentos mais severos.
Meu bom amigo (1978), a primeira vez (1978) que te vi senti que era a sua namorada (1971), e a partir desse instante (1983) me vi além do horizonte (1976), a sua amada amante (1978), pois bem sei que é um amante á moda antiga (1980). 
O café da manhã (1978) servido entre a cama e a mesa (1978) para essa garota do baile (1965) debaixo dos caracóis dos seus cabelos (1998), conduziu-me a cavalgada (1977) na montanha (1972); e como as ondas voltam para o mar (1990 à distância (1990) é a janela (1972).
Esse é um desabafo (1979) em detalhes (2001) do fundo meu coração (1986), e não vou mais deixar você tão só (1969) porque você é meu, é meu, é meu (1968).
Sei que é preciso saber viver (1974) e por isso estou aqui (1967).
Vê! Tantas emoções (1978), que escreva uma carta, meu amor (1965) e esqueça (1986) tudo porque eu preciso de você (1978), eu nunca amei alguém como te amei (1994), eu te darei o céu (1966), eu estou apaixonada por você (1966).
É papo firme (1966), falando sério (1978) as folhas do outono (1967) me transmitem fé (1978) porque como é grande o meu amor por você (1968), chego a pensar que é ilegal imoral ou engorda (1978) devido a minha insensatez (1997).
Nas jovens tardes de domingo (1977) sofri ao ver a namoradinha de um amigo meu (1968) encantar-se na paz do teu sorriso (1991) contemplando as flores do jardim da nossa casa (1973). Mais uma vez (1978) a menina (1987) se aproximou e pediu:
- Me conte a sua história (1978).
Ouvi uma música suave (1978) e percebi que estavas muito romântico (1977) diante daquela mulher pequena (1992). Mas, não se esqueça de mim (1977); percebo que preciso chamar a sua atenção (1991).
E a nossa canção? (1998) O amor é mais (2000), o amor é a moda (1983); no calhambeque (2001) ou no cadilac (2003) vivemos o côncavo e convexo (1983) até porque o coração não tem idade (1995) e você é o grande amor da minha vida (2000).
O nosso amor (1986) não é papo de esquina (1988), ele não tem palavras (1974), é a paz na terra (1985). Se duvidar pergunte pró seu coração (1991); é por essa razão que corro demais (1967), porque a gente se ama (1990).
Preciso de você (1983), meu REI e quero fazer uma proposta (1973. Quando digo que te amo (1996) é quando eu quero falar com Deus (1995), e quero ter você perto de mim (1978). São muitas as recordações (1982), e se eu pudesse voltar o tempo (1970), solamente uma vez (1994), falaria dessa ternura antiga, desse meu jeito estúpido de te amar (1976), pois você sempre deixa alguém a esperar (1967), você é verde e amarelo (1978) é a alegria dessa nação tupiniquim que agradece a dizer:

                  JESUS CRISTO, ele nasceu aqui.


                                            

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