sexta-feira, 8 de abril de 2011

Que negócio é esse a que chamamos por cérebro



O Cérebro contém os centros nervosos relacionados com os sentidos, a memória, o pensamento e a inteligência. Ele coordena também as ações voluntárias desenvolvidas pelo indivíduo, além de comandar atos inconscientes.
É o órgão onde se radicam a sensibilidade consciente, a mobilidade voluntária e a inteligência; por este motivo é considerado como o centro nervoso mais importante de todo o sistema; é o centro de controle do movimento, do sono, da fome, da sede e de quase todas as atividades vitais necessárias à sobrevivência.
Todas as emoções, como o amor, o ódio, o medo, a ira, a alegria e a tristeza, também são controladas pelo Cérebro. Ele está encarregado ainda de receber e interpretar os inúmeros sinais enviados pelo organismo e pelo exterior. Ao mencionar o cérebro nos referimos a nós mesmos porque não é algo independente ou apenas uma ferramenta. E é difícil tentar separar o lado racional do emocional, uma vez que causa muitos problemas quando não há um balanço entre eles.
O número de neurônios do nosso cérebro, multiplicado pela possibilidade de conexões sinápticas entre os mesmos, é igual ao número de grãos de areia que existe na metade da massa do nosso planeta. A capacidade de armazenamento de informações é discutível. Sabe-se, por exemplo, que existem pessoas capazes de guardar qualquer informação indefinidamente enquanto o cérebro está sadio, e em quantidades bastante expressivas.
É sabido também, que esquecer é saudável. Nosso cérebro deve guardar só o essencial na memória consciente; O resto vai parar no limbo chamado "subconsciente" podendo ou não ser recuperado quando preciso.
Porém, é o modo através do qual inter-relacionamos o que sabemos (raciocínio), a forma de buscar e armazenar informações no cérebro, de tal forma diferente daquela usada nos computadores, que faz dessa uma comparação impossível.
Será que o cérebro humano é capaz de desvendar aos seus próprios e intrigantes enigmas? Somos incapazes de entender como uma personalidade anti-social e criminosa, tal como a de um "serial killer" (assassino serial), é possível em um indivíduo como nós.
Os sociopatas são caracterizados pelo desprezo pelas obrigações sociais e por uma falta de consideração com os sentimentos  alheios. Eles exibem egocentrismo patológico, emoções superficiais, falta de auto-percepção, pobre controle da impulsividade, irresponsabilidade, falta de empatia com outros seres humanos e ausência de remorso, ansiedade e sentimento de culpa em relação ao seu comportamento anti-social. São geralmente cínicos, manipuladores, incapazes de manter uma relação e de amar; mentem sem qualquer vergonha, roubam, abusam, trapaceiam, negligenciam as suas famílias e parentes, e colocam em risco suas vidas e a de outras pessoas. Em sua falta de consciência e de sentimento pelos outros, eles tomam friamente aquilo o que querem, violando as normas sociais. Quando descobrem que seu comportamento não é tolerado pela sociedade, eles reagem.
Os próprios sociopatas se descrevem como "predadores" e geralmente são orgulhosos disto. Eles não têm o tipo mais comum de comportamento agressivo, que é o da violência acompanhada de descarga emocional (geralmente raiva ou medo) e nem ativação do sistema nervoso simpático (dilatação das pupilas, aumento dos batimentos cardíacos e respiração, descarga de adrenalina, etc). Seu tipo de violência é similar à agressão predatória, que é acompanhada por excitação simpática mínima ou por falta dela, e é planejado, proposital, e sem emoção ("a sangue-frio"). Entretanto, isto não significa que os sociopatas não tenham emoções. Eles têm, mas em relação a eles mesmos, não em relação aos outros.
É necessário informar existir razoável evidência de que os sociopatas têm uma disfunção do cérebro frontal (parte do cérebro que é responsável pelo comportamento, associados às relações sociais). Vale dizer que o psicopata não é um doente mental, entretanto se encontra na divisa entre o louco e a sanidade. O que lhe conduz a agir é satisfazer aos seus desejos não importando as consequências.


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