Um Corpo sem Vida



Vi um corpo inerte. No chão.
Pensei...Quem sabe é ilusão.
Mas havia morrido "do coração".
O povo passava e olhava.
Sorriam!
Ele não lhes chamava "a atenção".
De repente um olhar curioso
Muito riso pouco choro.
Disseram;
"- É pegadinha do Faustão".
E o corpo inerte no chão.
Em seus lábios um filete de sangue
Em sua pele uma forte palidez
Em sua musculatura, a chegada da rigidez.
Não me contive, e orei.
Então pensei...
Encarar a morte no caminho
Como se fosse um passarinho
Sem direito de lutar
Chegou e partiu sozinho
Não precisou de padrinho
Somente o chão para te velar.

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