terça-feira, 21 de junho de 2011

Calor, amor, paixão e dor

São beijos, flores, devaneios
Emoções que abalam a razão
Quase louca aos enleios
Em meu coração, a excitação.

Você me comove em lágrimas,
- ou em sorrisos 
Tudo em misturas de tanto amor.
Em tudo aquilo o que gosto
- ou que preciso
Calor, amor, paixão e dor.

Adoro ser a sua dengosa
Na verdade sou perigosa
Gata que ruge
A fera tenebrosa
A velocidade 
A ansiedade
A mocidade
O afã do glamour.

As Tuas mãos


Adoro tuas mãos em meu corpo.
Tão suaves a percorrer
Por todos os lugares.
Tocando - me através do decote 
Do vestido vermelho carmim.
Desfiando as minhas meias,
E em suspiros
Procurando a flor oculta,
Tão acesa em meu jardim.
A mão não enxerga,
- E quem se importa?
E o sapato no canto a observar,
As tuas carícias sobre mim.
E até já não aguento.
Encaro-te e peço:
Depressa, aproxima – te de mim
Não deixes que me arrependa
E feche a porta.
Não creias que sempre será assim.

Você sabe o que é um palíndromo?

Um palíndromo é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos, normalmente, da esquerda para a direita e ao contrário.

Exemplos: OVO, OSSO, RADAR. O mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto maior a frase; é o caso do conhecido: 

SOCORRAM-ME, SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS.

Diante do interesse pelo assunto (confesse, já leu a frase ao contrário), tomei a liberdade de seleccionar alguns dos melhores palíndromos da língua de Camões... 



ANOTARAM A DATA DA MARATONA

ASSIM A AIA IA A MISSA

A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA

A DROGA DA GORDA 

A MALA NADA NA LAMA

A TORRE DA DERROTA

LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL 

O CÉU SUECO

O GALO AMA O LAGO

O LOBO AMA O BOLO

O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO 

RIR, O BREVE VERBO RIR

A CARA RAJADA DA JARARACA

SAIRAM O TIO E OITO MARIAS
 

ZÉ DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Vale a pena aprender:




1 *  Aceite que há dias em que você é o pombo e outros em que você é a estátua.

2 *   Mantenha sempre suas palavras leves e doces pois pode acontecer de você precisar engolir todas elas.

3 *   Só leia coisas que faça você se sentir bem e ter a aparência boa de quem está bem.

4 *   Dirija com cuidado. Não só os carros apresentam defeitos e têm recall do fabricante.

5 *   Se não puder ser gentil, pelo menos tenha a decência de ser vago.

6 *   Se você emprestar R$200,00 para alguém e nunca mais vir essa pessoa, provavelmente valeu a pena pagar esse preço para se livrar dela.

7 *   Pode ser que o único propósito da sua vida seja servir de exemplo para os outros.

8 *   Nunca compre um carro que você não possa manter.

9 *   Quando você tenta pular obstáculos lembre que está com os dois pés no ar e sem nenhum apoio.

10 *   Ninguém se importa se você consegue dançar bem. Para participar e se divertir no baile, levante e dance, pronto.

11 *   Uma vez que a minhoca madrugadora é a que é devorada pelo pássaro, durma até mais tarde sempre que puder.

12 *   Lembre que é o segundo rato que come o queijo - o primeiro fica preso na ratoeira. Saiba esperar.

13 *   Lembre, também, que sempre tem queijo grátis nas ratoeiras.

14 *   Quando tudo parece estar vindo na sua direção, provavelmente você está no lado errado da estrada.

15 *  Aniversários são bons para você. Quanto mais você tem, mais tempo você vive.

16 *  Alguns erros são divertidos demais para serem cometidos só uma vez.

17 *   Podemos aprender muito com uma caixa de  lápis de cor. Alguns têm pontas aguçadas, alguns têm formas bonitas e alguns são sem graça. Alguns têm nomes estranhos e todos são de cores diferentes, mas todos são lápis e precisam viver na mesma caixa.

18 *  Não perca tempo odiando alguém, remoendo ofensas e pensando em vingança. Enquanto você faz isso a pessoa está vivendo bem feliz e você é quem se sente mal e tem o gosto amargo na boca.

19 * Quanto mais alta é a montanha mais difícil é a escalada. Poucos conseguem chegar ao topo, mas são eles que admiram a paisagem do alto e fazem as fotos que você admira dizendo "queria ter estado lá".

20 *  Uma pessoa realmente feliz é aquela que segue devagar pela estrada da vida, desfrutando o cenário, parando nos pontos mais interessantes e descobrindo atalhos para lugares maravilhosos que poucos conhecem.

Portanto, antes de voltarmos para casa, depositemos nossa carga de trabalho/vida no chão. Não carreguemos para casa. Podemos voltar a pegar amanhã, com tranquilidade.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A INVEJA: Por quê temer as pessoas invejosas?



A inveja é o mais dissimulado dos sentimentos humanos, não só por ser o mais desprezível, mas porque se compõe, em essência, de um conflito insolúvel entre a aversão a si mesmo e o anseio de autovalorização, de tal modo que a alma, dividida, fala para fora com a voz do orgulho e para dentro com a do desprezo, não logrando jamais aquela unidade de intenção e de tom que evidencia a sinceridade.
Sim, eis um dos sentimentos mais torpes e difíceis de serem eliminados da alma humana. Trata-se de um dos vícios que mais causa sofrimento à humanidade.
Onde houver apego à materialidade das coisas, notadamente em seu significado, naquilo que o objeto de desejo simboliza em termos de bem-estar e status quo, aí estará à inveja, sobrevoando os pensamentos mais íntimos qual urubu ou abutre insaciável, esfomeado pela carniça.
O ser humano torna-se invejoso quando desiste intimamente dos bens que cobiçava, por acreditar, em segredo, que não os merece. O que lhe dói não é a falta dos bens, mas do mérito.
Torna-se necessário, contudo, diferenciar a inveja, a cobiça, da busca do bem-estar.
Não acredito que seja errado trabalhar para conquistar o conforto necessário, visando o aprimoramento e a eficiência em determinada atividade, sem causar prejuízo ao próximo.
Creio até que se alguém possui um objeto ou uma virtude que nos falta, desejá-los com humildade e sinceridade não é inveja. Entretanto, há pessoas que basta alguém se destacar em alguma área, por mais ínfima que seja e lá estará o invejoso, pronto para apontar o seu dedo “sujo”, e tentar minimizar o feito do outro. E qualquer coisa já é motivo para a criatura surgir.
Esse sentimento mesquinho envolve de tal forma que reúne subgrupos dentro de um mesmo grupo, a popular panelinha, que se arma contra os que conquistaram, ao longo do tempo, o seu espaço por mérito moral e intelectual, e promovem fofocas, “queimam” pessoas, “malham” as legítimas lideranças, desmerecem o trabalho realizado, e promovem intrigas. Tudo por inveja. Não há dor de cotovelo que suporte o sucesso alheio.
É por isso que, quem sabe como um castigo, a cobiça proporciona um quadro de morbidez e infelicidade para aquele que convive com esse sentimento, e é impossível separar a inveja da falsidade.
Geralmente a inveja no trabalho é relacionada ao desempenho do outro na profissão, e o é pior fazer com que este sentimento negativo prejudique a toadas as pessoas que estão ao redor.
É triste perceber que a inveja é um sentimento que aos poucos entra nas pessoas, isso de maneira pequena, sem que a mesma perceba, com isso, as pessoas invejosas não querem somente o que o outro tem, mas sim que o outro não tenha.
As formas de dissimulação são muitas, mas a inveja essencial, primordial, tem por objeto os bens espirituais, porque é mais abstrato e impalpável, mais apto a despertar no invejoso um sentimento de exclusão irremediável que faz dele, em vida, um condenado, alguém preso ao seu próprio inconsciente ditando formas de reação capazes, de muitas vezes, lhe destruir.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Diante do Desconhecido: O Temor.


Vivemos em meio a uma agitada onda de turbulências. Buscamos a todo instante questionar ou a silenciar; Na primeira hipótese somos conduzidos a um medo insuportável, onde nos interrogamos de onde e para onde vamos, o que desejamos, por que e para que.
Se silenciarmos ou “preferirmos” calar, estamos realmente atônitos, e mais uma vez o tema nos persegue diante de um desconhecido questionável.
Em verdade, a cortina que se processa diante da existência humana é vasta. Muitas e diversificadas são as especulações; Desde encontrar na religião uma pseudo-segurança para as dúvidas, até as teorias consideradas cientificistas para tentar impor a mente que em tudo há explicação. Entretanto, em cada investida, bilhões de interrogações e especulações se formam.
Quem sabe nascemos, - quem sabe - jovens, para que não possamos de logo sofrer, ou até - quem sabe - envelhecemos, para retornar a infância, e nos sentirmos frágeis, inertes e substituíveis.
O fato é que o homem diante de tantas caminhadas se encontra estático quando o assunto é a vida.
E, a cada instante em que o poder antitético se mostra (a morte), as lágrimas substituem ao medo, e a certeza de que o nosso dia poderá chegar a qualquer segundo torna-se iminente.
Essa mágica e perturbadora indagação nos conduz a clemência das nossas dores, e ao desespero incontido de solução.
Vivemos o eterno extremo: Ou nos conformamos com o que nos dizem, ou enlouquecemos com as nossas dúvidas, ou cremos na ressurreição, ou “descansamos” em sono profundo, e as nossas lutas, os nossos aprendizados, os nossos rancores e mágoas viverão como fantasmas a nos perseguir em busca de respostas que a todo instante ferem a nossa alma. Ainda assim, se quisermos fortalecer ao chamado “espírito de proteção” em preces e passos bravos, mas inseguros, encontramos a lacuna do tempo a enfeitiçar aos nossos olhos, com o contemplativo e sedutor direito de crer, de ter na fé, o botão mágico que uma vez acionado, não nos permitirá sequer pensar....Mas, somos humanos, e pensamos.











quarta-feira, 8 de junho de 2011

VOCÊ.


Você é o sol que aquece a lua
Que ilumina por todo o meu ser
O ar que respiro o coração que pulsa
Manhã em que desperto
Noite que me faz repousar
Despertar da eternidade
Farol em minha trilha
A água que refresca
A que sacia a minha sede
O pássaro que canta
Ou o lobo que uiva
Árvore da minha sombra
Fruto que produz frutos
O mar que me dá peixes
A brisa que me acaricia
A chuva em humanidade
O orvalho que rega a terra
O rio que murmura em soluços
Os sonhos que não são meus
O grito que escondi
A certeza do que plantei.



Porque Deus é bom.


Quando estiver precisando
Força e coragem,
Um pouco ou um tudo de fé,
Peça ao Senhor!
Quando se sentir
Triste e sozinho
Confie no Senhor!
Ame-o
Ele nos ouve
Em cada oração.
Quando acordar
E não sentir o sol brilhar
Não ouvir o pássaro cantar,
Louve ao Senhor!
Dê graças ao Pai
Porque Deus é bom.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Acredita e descrê

Dentro do meu peito
Meio que sem jeito
Renova um sentimento
Que nem mesma eu sei.
Invade ao meu corpo
Transforma a minha alma
Explode ou desenvolve
Caminha ou rasteja
Procura ver Deus.
Encara e otimiza
Acredita e descrê
Importa o que sente
Repete insistente
A força latente
De algo que pulsa
E nem mesma eu sei.

sábado, 4 de junho de 2011

Apoteose de um Coração

Não lhe espero em vão.
Sei que haverás de chegar.
E como a noite espera a aurora
Meu coração ansioso de alegria
Espera por cada noite e cada dia.
Ao mensageiro inábil da ventura
Cabe a culpa do viver extravasado
Do amor o sentido amargurado
A força de um beijo roubado
Em grandezas de um ser ilimitado.
É a apoteose carnal em conjunção
O desejo em forte emoção
Das noites enluaradas no meu coração.

Sangue Vienense


Sangue vienense que sinto correr
Nessas veias de menina e mulher
Raquítica e em sonhos
                                          A se transformarem.
Transformações em realidade
Em mil sonhos agora tolhidos
Sufocados pela sobrevivência.
Acho que Strauss compôs
E no momento em prantos
Sufocados se dispôs.
Na tristeza da dor sublimada
Da esperança realizada
Completo desabrochar do eu.
Ah sangue vienense
Pulsante no coração imortal.




sexta-feira, 3 de junho de 2011

A lei Maria da Penha e a Ingrata Justiça Brasileira.

O caso nº 12.051/OEA, de Maria da Penha Maia Fernandes, foi o caso homenagem à lei 11.340. Ela foi espancada de forma brutal e violenta diariamente pelo marido durante seis anos de casamento.
Em 1983, por duas vezes, ele tentou assassiná-la, tamanho o ciúme doentio que ele sentia; Na primeira vez, com arma de fogo, deixando-a paraplégica, e na segunda, por eletrocussão e afogamento. Após essa tentativa de homicídio ela tomou coragem e o denunciou.
O marido de Maria da Penha só foi punido depois de 19 anos de julgamento e ficou apenas dois anos em regime fechado, para revolta de Maria com o poder público.
Em razão desse fato, o Centro pela Justiça pelo Direito Internacional e o Comitê Latino-Americano de Defesa dos Direitos da Mulher, juntamente com a vítima, formalizaram uma denúncia à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, que é um órgão internacional responsável pelo arquivamento de comunicações decorrentes de violação desses acordos internacionais.
A lei foi criada com os objetivos de impedir que os homens assassinem ou batam nas esposas, e proteger os direitos da mulher. A lei alterou o Código Penal Brasileiro e possibilitou que agressores de mulheres no âmbito doméstico ou familiar sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada, estes, também não poderão mais ser punidos com penas alternativas.
A legislação também aumentou o tempo máximo de detenção previsto de um para três anos, prevê medidas que vão desde a saída do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da mulher agredida.
Mas... Funciona realmente? Até que ponto haveremos de acreditar no cumprimento da lei, num país de miseráveis e descamisados que sequer conseguem o sustento para enganar a fome?
A agressão contra a mulher ou qualquer ser vivente é uma covardia e merece punição, e o lesionado necessita de acompanhamento psicológico, vez que a sua vida a partir daquele instante é detonada por questionamentos ao seu próprio eu, em busca de resposta para o ocorrido.
O que é fácil de ser visto são seres humanos que por possuírem recursos financeiros ou os “apadrinhados,” sequer sendo “convidados” a prestar maiores esclarecimentos – quando muito condenados a pagar pelo fato com a entrega de uma cesta básica.
E a (IN) justiça que cega, e surda, e muda permanece em seu pedestal buscando apoio em sua própria balança?
Estamos vivendo o preço de um desenvolvimento desordenado, onde os que se satisfazem com o crescimento do País, vomitam farelos da miséria que se amontoa em um grande lixão, ao qual podemos cognominar como Gente.


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sim. O AMOR EXISTE.


                                                        

Sofremos por buscar a um amor... Será verdade? Ou será que buscamos encontrar um par perfeito, ou seja, com todas aquelas qualidades que rogamos ao bom Deus?
- Senhor, quero alguém inteligente, bonito, que seja fiel, que esteja ao meu lado todas ás vezes que se fizer necessário....E por aí vai. Mas...
Hoje, para ter alguém FIEL, realmente tem que pedir muito a Deus e de quebra uma ajudinha a todos os santos, até porque se instalou em nossas vidas tal modismo de que "ninguém é de ninguém" ou um tal “ficar” e até o famoso xaveco  “dá um tempo”, e isso é fatalmente fato!
Ninguém fica pra sempre... Só se ficar “prá titia” ou por opção, ou por infortúnio da própria existência.
Sofremos quando não temos ninguém para amar... E também quando temos, continuamos a sofrer! E sempre por dois motivos. Todos sabem!!!
“ Sofro porque amo a alguém que não me ama”; “ sofro porque amo a alguém que não é fiel.
Com todas essas qualidades negativas do significado AMOR, consegui descobrir o impossível: o AMOR é tudo quando se é real! É só acreditar, pois ele existe apesar de ouvirmos muitas notícias das barbaridades que estão acontecendo no mundo, o amor existe, e tem mais, não são todas as pessoas que tem a oportunidade de conhecer esse sentimento porque ele é puro, é mágico, é forte.
É o amor existe... Ele não vê cara, cor, bolso, (tá certo que para uns, isso é o que mais importa, mas vamos esquecer isso), ele simplesmente brota, sabe aquele ditado, “cada panela tem sua tampa”, eu acredito que seja verdade, até porque onde menos se espera é despertado.
O fato de muitas vezes não demonstrarmos sentimentos em palavras explícitas torna-se irrelevante diante de preciosos momentos. O importante é procuramos viver intensamente o presente. É dessa forma que podemos construir um relacionamento duradouro, harmonioso e satisfatório: respeitando o tempo e o espaço um do outro.
Não dizer ou ouvir um “eu te amo” não significa que o amor não exista entre nós. O amor existe nos pequenos gestos, na troca de olhares e sorrisos, na cumplicidade, nos risos, nos sonhos e experiências compartilhados.
E amar tem relação com o caráter da própria pessoa e a incentiva a amar cada vez mais e, a saber, amar.