A medicina de Hamer



Devido à morte de um filho como consequência de um tiro que recebeu na cabeça e que o manteve entre a vida e a morte durante seis meses, Hamer cria um câncer de testículo e sua mulher, que é oncologista, um de mama esquerda.

A pergunta que se faz é a seguinte: “como é possível que duas pessoas jovens e sadias, de repente, coincidindo com um fato traumático, criem um câncer?”
 Como Hamer reúne em si os conhecimentos pertinentes, graças às suas múltiplas especialidades que possibilitariam uma boa análise da situação, desenvolveu um trabalho de forma que nenhum outro poderia.

Colocam-se, de antemão, o tempo de vida que lhes resta através do protocolo oficial aceito. Pois eles mesmos o estão aplicando como oncologistas que são: cirurgia, químio e radioterapia.

O casal Hamer se rebela ante as precárias possibilidades de êxito com que lhes brinda o tratamento clássico, centrando igualmente atenção na possível causalidade existente entre o fato traumático por eles vivido e o câncer que compartilham.

Hamer vai ao hospital e inicia algo que ninguém tinha feito antes, que é perguntar ao paciente por que acredita que está doente. Interessa-lhe saber se o paciente viveu algum incidente traumático antes da aparição do câncer. Para sua surpresa encontra que absolutamente todos se referem a uma história dramática ocorrida antes da doença.

Encontra também uma causalidade rigorosa entre órgão afetado e o tipo de trauma afetivo, que determina a escolha daquele órgão e não de outro. Isto significa que o trauma que lesa o rim não é nem pode ser o mesmo que lesa o pulmão, o que também significa ter encontrado a relação causal que une, indissoluvelmente, o órgão à psique. Mas a surpresa maior para ele é o fato de que a relação causa-efeito não é de uns 95%, que já seria significativa, mas de 100% e que não é intuição, mas está seguro de estar tocando em leis que regem a ordem natural.

Se deixar cair uma maçã, inevitavelmente vai ao chão; não há a mais remota possibilidade de que não o faça, pois a gravidade o impediria. Vocês poderão imaginar o impacto que se produzirá no mundo médico clássico, onde a ausência de leis naturais é a norma, a presença de cinco leis que se cumprem em 100% dos casos.

Quando Hamer percebe essa relação, percebe igualmente o que antes era só intuição: que o ser humano não é um cotovelo, um joelho ou um pé. É tal o fracionamento a que é levado o ser humano, que se perdeu totalmente a visão de conjunto.
O que se destaca em Hamer é sua visão de conjunto e por isso se pergunta o que se passa no cérebro quando um órgão sofre uma lesão a partir de um incidente traumático ao nível da psique.  Ele é radiologista e jamais vira no cérebro sinal algum diante de lesão orgânica distal.

Todos sabem que o cérebro rege todas as regiões e funções do corpo. Não obstante, esquece-se disso com relativa facilidade na medicina, o que é imperdoável.  A medicina clássica admite que uma célula possa receber 55.000 estímulos bioquímicos simultâneos através de neurotransmissores. Sem dúvida, só se conhecem até hoje uns 20.

Quanto aos estímulos elétricos, a quantidade é incalculável. Refiro-me aos estímulos elétricos que uma só célula é capaz de receber e processar simultaneamente. Sem dúvida deixamos todas essas informações à margem, porque não nos interessa e seguimos investigando sobre a celulazinha: os fatores oncogênicos, o que a célula faz ou deixa de fazer, como se ela fosse um ente isolado do resto do organismo.

Há muitas experiências cotidianas que avaliam positivamente a relação psico-cérebro-orgânica de Hamer. O estudante, na hora de um exame, fica nervoso, pode criar uma colite, e isso todo médico compreende e não é para alarmar ninguém. Se levarmos um susto, aumenta a frequência cardíaca e também é normal. A úlcera péptica chama, ultimamente, úlcera de estresse.

Sem dúvida, quando se trata de doenças maiores e sérias, perde-se de vista esse sentido correlacional, que é elementar, e remetemos o caso a um especialista. O equívoco é evidente e da mesma forma segue o sentido das pesquisas.

Hamer, ante a possibilidade de que o cérebro possa dar algum sinal do que está se passando a nível psíquico e orgânico, sentou-se um dia frente de um aparelho de scanner[1] por três horas e pensou na possibilidade de seu uso para patologias não neurológicas, câncer hepático, por exemplo.

Sabemos de imagens que aparecem em “escaners” e que jamais alguém explicou. São figuras circulares e que não têm nem ordem nem conserto: em algumas pessoas está num local, em outras, n’outro. Nem a casa produtora dos equipamentos pode explicar. Portanto, foram considerados artefatos, produtos da máquina, da forma como foi acionada, mas jamais se associou aos próprios pacientes.

Hamer se senta a observar tais imagens enigmáticas, para ver se elas têm algo a lhe dizer a respeito dessa relação psico-cérebro-orgânica, que tanto oscilava em sua cabeça. Pega 100 “escaners” de cérebro de mulheres com carcinoma de mama e, para sua surpresa, descobre que todas possuíam um circulo similar na mesma região do cérebro que rege a mama esquerda, órgãos onde se alojavam os carcinomas das 100 pacientes.

Vai então aos portadores de câncer de rim faz o mesmo procedimento, e descobre o mesmo circulo na mesma na zona do cérebro que rege o respectivo rim afetado. Assim procedeu com pulmão, próstata etc., repetindo-se matematicamente o fato.

Tanto investigou nessa direção que os resultados lhe serviram para construir uma cartografia cerebral, até então desconhecida pelo mundo médico. O que Hamer apresentava era um novo corpo de redes psico-cerebrais, não imaginadas até então.

Hamer descobre que tais círculos não são produtos da máquina, porém sinais do que ocorre a nível psico-cérebro-orgânico. O próprio Hamer comentou que no dia em que ocorreu tal descoberta ficou sentado por horas, pensando no que viria depois; isto representava uma sacudida muito forte no modelo médico clássico, solidamente estabelecido sobre privilégios econômicos e prejuízos intelectuais, sociais, e outros.

Com o rigor que caracteriza um sábio pesquisador, antes de falar do assunto, preferiu ir primeiro a casa Siemens (a maior produtora de “escaners” da Alemanha). Lá, falou com os engenheiros-chefes, e a surpresa foi a seguinte:
Os engenheiros, apontando os descobrimentos de Hamer, disseram que ele não estava tão enganado, e que não acreditavam que tais artefatos pertenciam ao equipamento. Porém, como nem eles nem a classe médica podiam explicar tudo tinha sido deixado assim, até então.

Decidiram com Hamer tirar dúvidas com um protocolo experimental de seis meses de duração e várias máquinas diferentes. O que ia durar seis meses durou só dois e Hamer ganhou a partida. Depois disto foi como postulou sua 1ª lei ou lei férrea do câncer; férrea porque se cumpre em 100% dos casos e demais doenças diferentes do câncer.

A 1ª. Lei diz o seguinte:
 “Todo choque psíquico, altamente traumático, híper agudo, inesperado e vivido em isolamento, produz uma ruptura do campo eletro-fisiológico, de uma área concreta do cérebro e a partir desse momento se lesa o órgão que essa parte do corpo rege“.

Pela 1ª vez se avaliou cientificamente o triângulo psique-cérebro-órgão. Se a pessoa espera o golpe não há problema. E é sine qua non vivê-lo em isolamento, isto é, a pessoa, se o tem que engolir, dá voltas continuamente e não comunica a ninguém.

Enquanto perdura tal situação conflituosa, dura o curto-circuito a nível cerebral e a partir dali se manda um erro de codificação ao órgão, estabelecendo-se nele uma doença física. Essa 1ª lei se efetiva em todas as doenças, exceto as traumáticas, as congênitas e as intoxicações.

Hamer continua pesquisando e descobre que a doença é um processo bifásico, mas só é levada em conta a partir de quando aparece sua sintomatologia, ou se descobre radiologicamente ou por exame laboratorial, sendo considerada terminada quando desaparecem seus sintomas.

Hamer nota que o círculo que aparece no scanner tem duas formas: uma é uma mancha ou circulo escuro, sendo a outra um alvo: um círculo branco com ponto escuro no centro. Percebe que o alvo indica conflito ativo, pois seus pacientes em quem o alvo se apresenta afirmam a presença, ainda ativa, do conflito que não se aceita: a disputa de uma herança, a briga com um irmão, a perda recente de um filho.

Os que apresentam a mancha já resolveram o conflito. Existe uma sintomatologia de conflito ativo e outra de conflito em solução. Dessa maneira Hamer descobre a 2ª lei que corresponde ao caráter bifásico das doenças e a enuncia assim:
“Toda doença é processo bifásico na medida em que a pessoa resolve seu conflito.”

Isto é, existe um 1º momento que corresponde ao conflito ativo e uma 2ª fase que se desencadeia sempre que a pessoa resolve seu conflito. E nesse momento a solução se apresenta em três níveis: no psíquico começa a desaparecer a desagradável tensão emocional; no cérebro, o que antes era um alvo, inicia agora sua conversão em mancha e o órgão começa a restauração do dano causado. Tudo isso, a nível terapêutico, está anos-luz do que até então conhecia a medicina.

O surpreendente de tudo isso é que quando já se está resolvendo o conflito é quando se inicia a sintomatologia. Isto lhe inquieta muito porque vê que o estado emocional do paciente não guarda relação com o órgão, pois em fase ativa do conflito não há sintomas e é isto o que parece ilógico.

Então recoloca a possibilidade de que em medicina se está ainda nas fraldas no que diz respeito ao desenvolvimento e ao comportamento embrionários. Em consequência, dedica-se a estudar embriologia, que é o estudo que vai da fecundação ao parto; se dá conta de que os estudos embriológicos durante a carreira médica são por antonomásia meramente descritiva e demais superficial.

O organismo é formado por três tecidos blastodérmicos: ecto, meso e endodermo. Hamer presta aguda atenção ao fato de que um órgão seja formado por uma ou outra lâmina blastodérmica e de como reage cada tecido em particular. Assim descobre que sua 3ª lei é a confirmação da 2ª e como funciona cada tecido, em conflito ativo e em solução. E a grande surpresa é que 80% das chamadas doenças de hoje são a fase de solução de um conflito.

Em um câncer de mama, por exemplo, o ectoderma em fase ativa de conflito perde substâncias e se formam pequenos orifícios nos tecidos galactóforos da mama, mas nem a mulher nem os médicos notam, porque não há sintomas. Sem dúvida, a nível cerebral apresentaria a imagem em alvo e, a nível psíquico: essa mulher teria o conflito ativo. O problema será resolvido imediatamente, porém, se for oferecida a ordem cerebral de cura do dano causado.

Peguemos um exemplo bastante simples para que se compreenda melhor o processo. Você corta o dedo, a zona que rodeia o corte se inflama e se iniciará a restauração do tecido perdido. Durante todo o tempo essa zona estará avermelhada. A ninguém ocorrerá procurar um oncologista para uma biópsia da ferida. Pobre dele se isso ocorrer e mais ainda se essa biópsia for enviada ao patologista e este, sem saber nada da lesão, afirmará a amostra como um epitelioma ou câncer de pele e daí resulta que o que se está produzindo é o recheio de um buraco.

No caso da mama de que falávamos antes, ninguém viu a 1ª fase da doença. Todos viram até agora a fase de solução do conflito. É natural que se forme um edema ao redor das úlceras dos canais galactóforos da mama e uma proliferação celular tendente a preencher as úlceras. Mas como isso produz moléstias à mulher, ela corre ao ginecologista e ele vê o fenômeno como anormal - nessa ótica tem sido ensinado. Ordenará uma biópsia e esta será diagnosticada como câncer de mama.
A senhora assustada perguntará: -“E então, doutor?”
E você, como médico da nova medicina, responderá: - Fique tranquila, assim como se recupera a ferida de um dedo, se recuperará igualmente a mama. Não é necessária nem biópsia, nem radiografia, nem cirurgia, nem químio, nem radioterapia. Uma vez cicatrizada a lesão, retira-se o edema através do qual o cérebro envia os fatores de construção sobre nadadores no aumento de líquido que flui para a zona de destino. Cessa então a proliferação celular e tudo volta à normalidade.


Esta é a 3ª lei:
 “Em ectodermo em fase ativa se perdem substâncias. No endodermo acontece o contrário: proliferação de substâncias que se necrosam em solução.”
Por exemplo, um senhor vive um conflito que consiste em dar-se conta que seu cunhado, de quem gosta muito, lhe roubou a sua fortuna.

O colorido do conflito é que determina a área concreta do cérebro que sofrerá a ruptura de campo eletrofisiológico que postula a 1ª lei de Hamer. É por isso que 100 mulheres com câncer de mama todas têm um conflito com o mesmo matiz afetivo.
Se destras e o câncer é de mama esquerda, o conflito é de mãe-filho. Se da direita, o conflito é de casal.

No caso do homem estafado pelo cunhado, que sofre mais por ser o autor do delito um indivíduo a quem ele estima, e não tanto pela perda do dinheiro, lesa a área do cérebro que regula o cólon. E enquanto ele está vivendo esse conflito, no cólon está se produzindo um tumor, o carcinoma de cólon. Enquanto este tumor cresce e não chega a obstruir o trânsito intestinal, não haverá sintomatologia alguma.

Entretanto este senhor decide enfrentar o cunhado e, afortunadamente, este lhe pede perdão e concretiza formas de acerto para a devolução do dinheiro. Uma vez resolvido o conflito, este senhor começa a sangrar pelo reto. Por que sangra? Porque é um endodermo e em fase de solução tem que necrosar o tumor que cresceu em fase ativa. E este é o 1º sintoma que este senhor tem: uma retorragia. Surpreende-se com isso e é lógico que assim seja: ele não conhece as leis de Hamer. Corre ao médico que ordena, de acordo com os cânones clássicos, uma colonoscopia, a qual revela uma imagem tumorosa e conclui: carcinoma de cólon. E este diagnóstico desencadeia um protocolo cuja história nefasta todos conhecem: cirurgia, químio e radioterapia; justo quando estava se curando.

Este funesto protocolo, mal chamado terapêutico, pois como pode ser terapêutico se vai obstaculizar a cura que a mãe natureza está gerando?
Este protocolo se explica por uma razão causal igualmente funesta e errada: a teoria das metástases.

Toda a oncologia se baseia em dois fatos fundamentais. O 1º é o diagnóstico do patologista. E toda classe médica, desgraçadamente, pensa que sempre acerta ao diagnóstico. O patologista, como diz Hamer, é um jogo de dados.

Vejam vocês, um mesmo trecho de tecido enviado a 25 patologistas diferentes, sem esclarecer a origem da amostra, daria como resultado 25 diagnósticos diferentes. Um patologista não pode diferenciar uma formação maligna de outra que não o seja jamais. E isto deve ficar bem claro.

A espinha dorsal da oncologia é a crença na metástase. Esta teoria continua viva há mais de 100 anos e foi postulada por um médico alemão chamado Rudolph Virchow (1821-1902): toda célula tumoral deriva de outra similar pré-existente.

Segundo esta teoria, um câncer pode dar metástase em outro lugar mediante disseminação hematógena, ou seja, uma célula cancerosa se separa do tumor original, viaja pela corrente sanguínea, implanta-se em outro órgão e ali desenvolve outro tumor maligno.

Que um câncer se dissemine é um fato muito conhecido de todos. Pois bem, isto exigia uma explicação, e Virchow ofereceu. Com tanto azar para os que mantêm o protocolo terapêutico que a explicação desencadeia, porque primeiro é falsa, como equivocado é o tratamento que sobre tal falsidade se constitui e, segundo, durou muito tempo e isso faz com que leigos e formados pensem que sua antiguidade avaliza sua exatidão, o que não é correto.

Até os anos 60 esta teoria esteve praticamente imaculada. Amadureceu com o avanço da microscopia eletrônica, que pode verificar que as células de pulmão são sempre células pulmonares, as de osso são sempre ósseas e as de rim, renais. Nunca se encontrou no pulmão um câncer ósseo, mas pulmonar. No rim só renal.

Virchow pensava assim, e assim pensa até hoje o grosso da comunidade médica mundial, salvo algumas exceções, que se temos, por exemplo, um câncer ósseo no joelho e finalmente aparece no pulmão, foi porque uma célula osteocancerosa se desprendeu do tumor original, viajou pelo sangue até o pulmão e ali desenvolveu um câncer de pulmão. Isto não é possível porque, se fosse assim, o câncer formado no pulmão teria que ser ósseo e não pulmonar, já que a célula matriz é óssea e só poderia gerar mais células ósseas e não pulmonares.

Ante esta notável contradição que questiona sem fundamento algum comprovado, a enteléquia da diferenciação celular que todos aprendemos em embriologia elementar, ao menos como informação descritiva, inventou-se a desculpa de que o que ocorre é que a célula, em sua viagem pelo sangue, sofre uma metamorfose, convertendo-se então na célula correspondente ao órgão alvo a que vai.

Hoje com toda a modernidade instrumental com que contamos, não encontramos a célula viajante. Temos encontrado, inclusive, subprodutos celulares que são subprodutos dos hepatócitos. Quantificamos diversas enzimas no sangue, mas não a célula completa.

Os japoneses atualmente estão marcando células tumorais com isótopos radioativos para ver seu deslocamento sanguíneo, mas até hoje nenhum se desprendeu de seu tumor original. Até que Hamer demonstra o porquê e como das metástases. Vai a um congresso e diz:

“Vejam vocês, o que estão contando é o seguinte: que uma célula cancerígena enlouqueceu e não sabe o que faz. Num dado momento se separa de seu tumor original e perde conexão com o cérebro, mas isso não importa, pois ela é autônoma. Lança-se ao sangue. Vocês nunca viram, mas isso também não importa, é como dizer que um canadense, loiro e de olhos azuis que está louco, se lança ao mar. Mas como vocês nunca viram, não sabemos a que mar ele se jogou e em sua viagem sofre uma metamorfose, pois de louco se torna super inteligente, porque já sabe aonde vai. E não só sabe aonde vai, mas se converte em chinês ao saber que vai à China.
Vejam que até aí eu poderia acreditar em toda essa fábula, ainda que muito dificilmente, mas o que não posso acreditar sob nenhuma suposição é que você, senhor oncologista, chegue à China e, entre um bilhão de chineses, diga: “este é o canadense.”

Quando uma pessoa tem um câncer em algum órgão, tudo o que apareça a partir desse momento, ainda que não se pareça nem em pintura, vem do estigmatizado órgão. Esta é a bendita teoria das metástases. Qual é o tratamento da medicina clássica? Acabar com essa hipotética célula, que só existe na cabeça dos médicos, porque nunca esteve no corpo do doente.

Encontramos com uma senhora a quem se diagnosticou um câncer de mama. Para começar, cirurgia: mastectomia total. Não importa que se trate de um pontinho de um centímetro atrás do mamilo. Mas como a obsessão pela maldita célula é de tal magnitude então, para maior segurança, irradiamos a região, porque assim, ainda que torremos as células sãs, torramos também as estranhas. E depois as fagulhas. Como é possível que a maldita célula tenha escapado e ande vagando por aí? Fizemos quimioterapia durante um ano! E pensar que a pessoa, que é mais forte do que a medicina supõe, suporta toda essa barbárie.

Passados cinco anos, é feita uma revisão e encontra-se uma osteólise de vértebra ou de fêmur. Depois de uma tomografia[2] óssea, que não é uma prova diagnóstica, ela é convertida em diagnóstica e conclui-se: metástase de osso - depois de cinco anos. Minha pergunta é sempre a mesma: onde se escondeu esta célula durante cinco anos? Estamos falando de uma célula que há cinco anos saiu da mama, que é o tempo transcorrido desde a cirurgia e que suportou químio e radioterapia; e passados cinco anos aparece no quadril ou no fêmur.

Santo Deus, alguém conhece uma célula que pode viver cinco anos? Sem dúvida, isto todos os médicos sabem, mas não param para pensar um instante: só o neurônio é capaz.”

Que diz Hamer? Num processo oncológico, desde o momento que se diz à pessoa: “você tem um câncer”, ela é submetida a um choque psíquico altamente traumático, inesperado e vivido em isolamento. É o próprio diagnóstico que vai desenvolvendo a metástase.

Assim vemos que uma mulher, diante do medo de morrer, porque tem 32 anos e lhe diagnosticaram câncer, lesiona a zona cerebral que rege o pulmão e, em dois meses, terá uma patologia pulmonar. Vai ao médico, que lhe diz: “está vendo? Você tinha um câncer de mama e agora tem uma metástase de pulmão.

E não tem câncer pulmonar proveniente das mamas porque o pulmão é endodermo e as mamas, ectodermo. Mas pode ser que essa mulher não se preocupe com a morte e assim nada aparece no pulmão. Daí que as metástases sejam imprevisíveis.

A esta senhora, por exemplo, pode preocupar não a morte, mas o abandono em que vai deixar seus filhos pequenos; em consequência, fará uma metástase de fígado, porque esse tipo de temor lesiona a área cerebral que rege o fígado. Mas pode ser que nem tenha filhos e como o câncer é de mama, lhe dão antiestrógenos e com isso ela perde a libido. Seu marido é jovem, como ela. Então ela se desvaloriza por não poder dar ao marido, sexualmente, o que ele necessita e essa desvalorização afeta sua pélvis e, em fase ativa de conflito, como é um mesodermo, perderá substância e se produzirão pequenos orifícios nos ossos. A algum médico ocorre uma tomografia da região e então conclui: metástase óssea. Ao ouvir isto, esta senhora pode pensar: “se depois de cinco anos me acontece isto, já não tenho escapatória. Agora sim é possível o temor da morte e aparece a metástase de pulmão.”

Há uma prova que a radiologia rechaçou como inútil, que é o scanner cerebral simples, sem contraste. A qualquer médico que ocorra pedir isso, dirão que é uma bobagem, porque se vê melhor com contraste. Pois bem, para o que Hamer precisa ver o que serve é o scanner simples, sem contraste...

O que Hamer descobriu está há anos luz da medicina clássica, porém o mais importante de tudo é o que está por trás.


[1] N.T.: aparato que, por meio de diversos métodos de exploração, como os raios X, o ultra-som ou a ressonância magnética, produzem uma representação visual de segmentos do corpo.
[2] N.T.: em espanhol: “gama grafia”. Gama significa escala, gradação. 

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