HOMENS e CUPINS: Que Forte Coincidência. Coincidência?

                                                        
Cupins: quem são eles? Serão os humanos?
Os homens são criaturas ditas sociáveis, e que muitas vezes buscam cavernas para procurarem o seu esconderijo, e nelas constituem a chamada organização, onde tem como objetivo principal a preservação dos seus ideais. E os cupins? Esses são insetos sociais, de hábitos subterrâneos e vivem em colônias altamente organizadas, onde o princípio básico é a sobrevivência da colônia e não do indivíduo.
Quanto a forma de alimentação preferida, veremos que, é a matéria orgânica morta ou em decomposição, mas alimentam-se também de “vegetais” vivos.
Os cupins são considerados insetos eussociais, pois vivem em colônias formadas por indivíduos especializados, os quais estão organizados em castas, de modo que cada uma delas assuma funções específicas, como reprodução, defesa da moradia, aquisição dos alimentos, dentre outras. E assim, muitas vezes age o homem. Cada casta possui indivíduos com uma morfologia específica, de acordo com a função desempenhada na sua sociedade.
Sim, não há uma interdependência entre as castas, de modo que todas são fundamentais para a sobrevivência.
Outro importante hábito observado entre os cupins e os seres humanos é o “grooming”, que consiste no fato de que constantemente lambem-se uns aos outros. E tal qual, o procedimento é fundamental na eliminação de microorganismos que causam doenças nos seus semelhantes.
De um modo geral, os cupins são conhecidos como terríveis pragas urbanas e rurais, entretanto, eles e a nossa espécie apresentam limitações, uma vez que apenas poucos podem ser classificados dessa forma. 
O retorno ao local de onde partiram os cupins e os homens  está relacionado com fatores como calor e alta umidade do ar. Por isso, é comum haver maior interesse durante a primavera e o verão, e ocorrem geralmente no final da tarde e à noite, quando os pares se formam.
Eles e nós somos um paradoxo. Somos fortes o bastante para destruir ou construir, temos corpos esculturais, delicados e com tendência a desidratar (em vida ou por completo, na morte).
Se os cupins e homens tornam-se adultos, desenvolvem “asas” para que possam sair do aconchego e encontrem um novo lar, ajudando a aumentar a população. E voam muito mal, tão mal, que maioria não consegue sobreviver à jornada.
Mesmo assim, ambos são sobreviventes. E é preciso entender como eles e nós agimos.

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