sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Um País Imaginário


Cenas do cotidiano de um país imaginário
Onde a polícia extorque e mata
Cidadãos acuados fogem e se escondem
E a juventude se diverte queimando os mendigos.
Governos sem precaução forjam precatórias
E o povo a tudo assiste
Com em um velório
E o mais triste: nada é ilusório!
Somos todos depositários: compulsórios.
Acreditamos na vida e na pátria
Sem a certeza do quanto Vale
Toda a riqueza que amealhamos.
Pergunto: Até quando?
Já não se fabricam heróis?
Que será de nós?
Cadê Tiradentes, Joana D!Arc e Iracema?
Aliás...essa não é heroína
- Ou será cocaina?
Bem que Cazuza dizia
"Nossos heróis morreram de overdose".
Então, inventemos outra hostória
Sem mais dilema, esqueçamos Diadema.
Sem tanta confusão, acabou a corrupção.
Quanto ao índio - aquele que foi queimado
Esqueçamos o passado e a história
Num país imagonário
Quem precisa de memória?


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