quarta-feira, 14 de setembro de 2016

O Poder do Eleitor


Será que precisamos pensar rápido? Infelizmente as tragédias acontecem, e depois quando refletimos, recordamos do velho adagio:"bem que eu disse" ou " a brincadeira se tornou em coisa séria ," e por aí vai. 
Mas, as eleições se aproximam e ainda existem pessoas que dizem vão votar num "doido" que de maluco não tem nada, porque acha engraçadinho. E aí me questiono: Por que o voto é obrigatório? Por que pessoas sem compromisso vão as urnas? Por que escolas desde cedo não incluem no currículo Ciência Política? 
O Brasil é um País que deve ser respeitado, e não vivemos em colônias, e sim em estados com suas respectivas capitais que precisam cada vez mais desenvolver se. Não podemos nos refugiar em um grande sanatório. ..ou você está sem noção?
 Vamos votar com seriedade, sem segregação, com respeito, sem comparações desleais apenas para iludir aos desinformados. Não vamos fazer da eleição mais uma forma de desestabilizar, pois em time campeão não se mexe e sim buscamos aplaudir. Kathya Ferreira

sábado, 2 de julho de 2016

P...a...r...t...i...r



Preciso comprar minha *terrinha*
Pra que eu possa “descansar” ... em paz.
Não quero que reclamem,
Ou exaltem o não sei o quê.
Mas, se prossigo vou conformada,
Ou inconformada pela insensatez.
Não desejo causar polêmicas,
Nem tampouco o questionar.
Preciso partir serena,
E pedindo pra não voltar.
Quem sabe por outras “bandas”
Encontre o que vou buscar:
A certeza da serenidade,
A decência do verbo amar.
E que seja eterno,
E pra sempre vá durar,
Envolva o belo sonho,
Encante sem machucar.


terça-feira, 21 de junho de 2016

Quem segura, atocha.

 



Tocha atocha a sem toca,
Que da toca tirada foi.
Enjaulada, sacrificada,
Alegoria do que restou,
Ultrapassa a dor que não passa ...
Mas, foi alvejada ... e nem lutou.
Uns querem tocar na tocha,
Sequer sentem a própria dor,
Enganam-se na falsa ilusória
Em um “filme” multicor(?)
.....................................................
Enquanto a tocha acesa e “apagada”
Vira e revira sem clamor
Num País de pederastas
Só nos resta o desamor.



sexta-feira, 27 de maio de 2016

Não posso me calar



Como mãe, mulher, professora e advogada que por muitos anos atuou na área criminal exponho o meu pensamento acerca do caso de estupro ocorrido no Rio de Janeiro.
O século XXI dito como de “avanços” deu um recuo sem precedentes ao tratar de algo que é essencial para o ser humano: o respeito a família. E, quando cito família quero também que fique claro, a verdadeira família cristã.
O amor ao próximo é essencial, entretanto observamos que seres humanos são “vomitados” diante da cruel crise de existencialismo, onde o que se vê é um circo de horrores, a barbárie.
Onde e como podemos aceitar filhos que não encontram valores na própria família? Sequer tem o aconchego e o exemplo dos pais? E o que dizer das escolas que hoje negligenciam? Por quê fazer de conta que tudo ocorreu “PORQUÊ”????????
Não existe justificativa nem palavra que consiga expressar a violência seja ela qual for.
Meu Deus, cuida dos nossos heróis e sobreviventes, pois tenho a honra de ser presença diante de muitos que cultivam valores. A jovem que injustificavelmente foi a presa dos seus algozes jamais será recuperada porque a dor na alma não se cura.
Parabéns a todos nós que tivemos a honra de ficar no castigo e levar sova dos nossos pais, a viver em uma época que andar na chuva, brincar na areia ou na lama, correr atrás de borboletas, de esconder, brincar de roda, e tantas outras recreações nos deixaram mais alegres e capazes de sentir o coração do nosso irmão parar de bater.
O que encontramos no século das inúmeras futilidades é a apoteose da falta de essência, a superficialidade, a ausência da harmonia, a dor da profunda ferida que destrói as almas.
Se posso pedir algo ao meu filho, sobrinhos e alunos (Ex alunos não existem), o farei. Continuem com essa pureza de espírito, esse brilho no olhar, essa responsabilidade que tão sabiamente adquiriram dos seus pais, e traduzam essa emoção para a geração que lhes é confiada, pois é preciso declara o amor com firmeza e dignidade, sabendo exemplificar e ser exemplo.
E que Deus nos abençoe, Káthya




Me pergunto a todo instante
Se nesse mundo existe a presença de um deus.
Seja ele preto ou branco, amarelo ou sem cor
Necessita se fazer ver, e mostrar o seu valor.
Não existe um só viajante
Dessa esfera multicor
Onde os sentidos são "sentidos"
E repercute em forma de dor.
São mulheres, homens ou crianças
Animais indefesos e sem vigor.
Todos torturados, abalados,
Indignados pela ausência do amor.
Gritos são abafados,
Choros incontidos pelo pavor,
Risos inconformados,
Diante da perversidade do horror.
Alguns declaram que é o
progresso,

Crescimento ou o que for!
O fato é que a desgraça
No mundo se instaurou.





quinta-feira, 5 de maio de 2016




Gostaria de cumprimentar a todas as mães: as que pariram por seu próprio ventre, as que se entregaram a maternidade pelo amor incomensurável e incontido, as que sonharam embalando um bebe em seus braços, ou até mesmo sonharam e não se predispuseram a desafiar e aprender o maior de todos os dons: o dom do amor.
Maternidade não é simbologia, nem precisa de adjetivos para se qualificar, até porque não existe entre as palavras, uma classe para destinar. Todavia, se faz necessário saber maternar, amparar, entender, criticar, superar ... ensinar.  E, por mais sublime que seja, de nada adiantaria envolver se num ato tão sagrado, se não souber amparar e ser amparado pela sabedoria do não!
E as afirmativas são sucessivas, e muitas vezes tão doloridas, tão desprezíveis que nem são compreendidas, e se envolvem na magia dos sentimentos, que se faz apodrecer diante da dor por não saber conter na melodia doce da negativa diante do perspicaz “esplendor”.
São momentos inexplicavelmente invencíveis, porém por serem antitéticos, tornam-se poderosos e doadores, gananciosos, perturbadores, amorosos e, por que não mencionar, deliciosamente sem pudores.
São meninas, mães, mães meninas, velhas, velhas mães e tão sozinhas, tão entregues a vida, a vida vidinha, detentoras da supremacia, que nenhum poder vai superar. São capazes de encarar o universo, viajar por todos os mares, envolver se na nebulosidade, ou no encanto de uma noite de luar. Transformam o mundo e se transformam, fogem desesperadas de gaiolas, e conseguem a plenitude alcançar! São mães ... são mães ... suavemente e decididamente ... são mães.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Hipocrisia




Existem amores e desamores
E precisam de  sabedoria, 
Serão histórias com começo e fim,
Acabam como retratos de amo,r
Dissipam-se como ondas no mar,
São frágeis, fúteis, vazias,
Eivadas de harmonia,
Ou completas de desamor.
São pedaços contados da vida,
Casos ou acaso as escondidas,
Retratos deixados na dor.
Perpassam por muita agonia
Explodem meio a hegemonia,
Cansadas pelo desamor.

terça-feira, 29 de março de 2016

Seguirei





Os prazeres da vida devem ser vivenciados
É preciso permitir a felicidade
Eu mereço após tantas coisas,
É necessário a satisfação do ego
Vou me divertir
Afastar-me voluntariamente do desprazer.
Estimular o que me parecer satisfatório
Satisfazer aos meus sentidos
As coisas belas, gostosas, estimulantes
Observarei.
Vou na direção da felicidade,
Muitos vão tentar me persuadir,
- Nem sempre com más intenções–
Ainda assim, me afastarei
Quero chegar aos meus verdadeiros objetivos
Seguirei a minha sua própria intuição!



segunda-feira, 28 de março de 2016

Não Tô Nem Aí





É chegado o momento:
Vou romper com a estagnação.
Cortarei implacavelmente todas as coisas,
... pensamentos, hábitos e até pessoas.
Procurarei sustentar meus pensamentos,
Também as minhas opiniões.
Não importa se desencadearei antipatia.
É o meu momento de renovação
Buscarei ideias novas que fervilham
Tomarei iniciativas que vão me retirar da rotina e do tédio.
Embarcarei em nova e deliciosa aventura
Não me preocuparei tanto.
Estou na fase da vida onde a atitude mais sedutora
É aquela que não prima pela docilidade,
Mas que se compromete com a verdade.
Ainda que não agrade não há como negar
Sou o poder da sedução
Sei agir com integridade
Sou fiel à verdade!

sexta-feira, 18 de março de 2016






Ciência Política é coisa séria. A ciência que estuda o funcionamento e a estrutura do Estado e das instituições políticas, também tem como objeto de estudo a relação entre os elementos que estão no Poder (Governo) e os demais cidadãos.
Inicialmente, a ciência política abordou a política a partir de uma perspectiva filosófica (através de pensadores como Maquiavel, Hobbes, Montesquieu, etc.), mas posteriormente passou a ser uma análise preponderantemente jurídica. A sociedade pressupõe uma convivência e atividade conjunta do homem, ordenada ou organizada conscientemente.
A política é a arte e a sabedoria de conquistar e de manter estável o poder; o fazer o bem; não é propriamente um fim, mas um meio de ganhar o apoio dos cidadãos para a conservação e a estabilização do poder, empregado em paralelo com outros meios também válidos, como o marketing, o controle da mídia, o clientelismo, o populismo e até mesmo a mentira, a violência e a corrupção. Este é o conceito derivado das interpretações mais correntes dos conselhos de Maquiavel e é o que melhor se enquadra nas concepções da ciência política moderna. A ética e política sempre tiveram uma intensa relação dialética de conflito.
Na dialética da política com a mentira colocam-se também os esforços de mobilização para adesões com compromissos apenas relativos com a verdade; se a moral, no âmbito do indivíduo, admite margens de flexibilidade no que respeita aos seus princípios, a ética, que preside as ações na perspectiva da coletividade faz a renúncia ou abre mão de seus princípios, simplesmente flexibilizando-os.
Mas, até onde podemos nos deixar ser transformados em marionetes dentro de uma sociedade democrática? Até quando, displicentemente nos tornaremos inimigos dos nossos “amigos” por querer acreditar em “verdade” forjadas? Até quando vamos nos contentar com as migalhas que são descaradamente jogadas a um povo sem escolaridade e sem o senso crítico do seu Ser?
Na democracia representativa que se vai consolidando como sistema político e meio de conquista do voto, que é a via de legitimação própria do sistema, decorre a necessidade humana de alimentar expectativas existenciais positivas e as falsas promessas, que se enquadram na mentira política. Hoje, não temos sequer um líder para o Brasil que represente a honra, a seriedade, a nobreza de caráter; estamos diante do caos, que vomita para as nossas famílias (e muito mais para os nossos jovens) a excrecência de uma podridão ética e social capaz de dissimular e atrever -se a desafiar não e tão somente a Suprema Corte, e sim as palavras significativas da nossa flâmula: ORDEM e PROGRESSO.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Tráfico de Pessoas




Existe a necessidade de um profundo exame de consciência: de fato, quantas vezes toleramos que um ser humano seja considerado como um objeto, exposto para vender um produto ou para satisfazer desejos imorais?
O tráfico humano, também chamado de tráfico de pessoas, é uma das atividades ilegais que mais se expandiu no século XXI, pois, na busca por melhores condições de vida, muitas pessoas são ludibriadas por criminosos que oferecem empregos com alta remuneração. Esses “agentes” atuam em escala regional, nacional e internacional, privando a liberdade de indivíduos que sonham um futuro melhor.
A pessoa humana não se deveria vender e comprar como uma mercadoria. Quem a usa e explora, mesmo indiretamente, torna-se cúmplice desta prepotência.
O tráfico de pessoas consiste no ato de comercializar, escravizar, explorar, privar vidas, ou seja, é uma forma de violação dos direitos humanos. Normalmente, as vítimas são obrigadas a realizar trabalhos forçados sem qualquer tipo de remuneração – prostituição, serviços braçais, domésticos, em pequenas fábricas, entre outros –, além de algumas delas terem órgãos removidos e comercializados.
O tráfico de pessoas muitas vezes não aparece, porque “às vezes”, a vítima e a família têm “vergonha” de denunciar. O governo federal tem adotado medidas contra o tráfico, como o Plano Nacional de Combate ao Tráfico de Pessoas. É inaceitável o crime de tráfico de pessoas, não importa a modalidade do crime. É absurdo, de qualquer maneira, seja o tráfico de mulheres, crianças e em quaisquer outras dimensões. E merece um gesto de reação muito forte da sociedade
“Infelizmente”, o número de inquéritos policiais que tratam do crime ainda é “muito pequeno” em relação ao crime. As mulheres são o principal alvo, pois o retorno financeiro para os traficantes é maior, visto que a prostituição, atividade mais desenvolvida por pessoas do sexo feminino, é o destino de 79% das vítimas do tráfico humano.
O Brasil é palco de importantes eventos internacionais como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro, em 2016. A realização destes eventos aumenta a oferta e a procura pelo turismo sexual. Denúncias de trabalho escravo e exploração sexual, sobretudo de menores, fazem parte das manchetes dos nossos jornais quase de forma cotidiana.
Atualmente no Brasil, o tráfico de pessoas é maior fonte de renda com tráfico, superando o tráfico de drogas e o tráfico de armas movimentando, aproximadamente, 32 bilhões de dólares por ano, segundo dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime.
Mas não basta protestar e indignar-se.
É preciso exigir providências para que o tráfico humano desapareça dos horizontes nacionais: Que sejam cobradas ações efetivas dos Poderes Executivo e Legislativo. Que se exijam posições firmes e rigorosas do Ministério Público. Que o Poder Judiciário, devidamente provocado, não se cale, nem transija. Que a sociedade civil como um todo assuma sua grande parcela de responsabilidade.

A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira




A violência contra as mulheres é uma grave violação dos direitos humanos. Seu impacto varia entre consequências físicas, sexuais e mentais, incluindo a morte. Ela afeta negativamente o bem-estar geral das mulheres e as impede de participar plenamente na sociedade, gerando consequências negativas também para suas famílias, para a comunidade e para o país em geral.
A violência tem ainda enormes custos, desde gastos com saúde e despesas legais a perdas de produtividade, impactando os orçamentos nacionais e o desenvolvimento global. Há nove anos, o governo brasileiro sancionava a Lei Maria da Penha, instituindo mecanismos para combater a violência doméstica e familiar contra as mulheres. Desde então, a Lei, que reúne medidas de prevenção e punições para as agressões, se tornou o principal instrumento legal de enfrentamento à violência doméstica contra a mulher no Brasil.
A ONU Mulheres vai priorizar o apoio à Secretaria de Políticas para as Mulheres para garantir a aplicação da Lei Maria da Penha e do programa recém-lançado “Mulher, Viver sem Violência”, que visa aumentar o acesso de mulheres e meninas vítimas e sobreviventes, visto que a cada duas horas, uma brasileira é morta em situação violenta. Uma em cada cinco mulheres afirma ter sofrido algum tipo de agressão por parte de um homem.
A igualdade entre homens e mulheres é necessária para a construção de uma sociedade baseada em princípios onde esteja inserido a educação, tanto na escola quanto em casa, pois somente através dela temos o poder de ajudar a mudar os valores de uma sociedade.

terça-feira, 1 de março de 2016

A necessidade de agir







Entramos em nosso "ano novo pessoal."
As atenções se voltam para nós,
 Resgatamos nosso brilho de alma.
Aproveitar ou não este momento depende de cada um.
Pensar o que está por detrás das resoluções
Considerar a qualidade natural da nossa vida.
Verificar qual é a qualidade do nosso céu
Apontar as correntes e navegar no rio da nossa vida.
Acreditar que a força pessoal se renova
Existe um poder maior para realizar desejos.
 E é preciso ouvir o céu,
Saber ler o que revela as predisposições naturais
Fazer as resoluções certas
Compreender as nossas próprias perspectivas
Cultivar uma postura mais compreensiva
Se colocar no lugar do outro
Sofrer testes, mas não fracassar.