Gostaria de cumprimentar a todas as mães: as que pariram por seu próprio ventre, as que se entregaram a maternidade pelo amor incomensurável e incontido, as que sonharam embalando um bebe em seus braços, ou até mesmo sonharam e não se predispuseram a desafiar e aprender o maior de todos os dons: o dom do amor.
Maternidade não é simbologia, nem precisa de adjetivos para se qualificar, até porque não existe entre as palavras, uma classe para destinar. Todavia, se faz necessário saber maternar, amparar, entender, criticar, superar ... ensinar.  E, por mais sublime que seja, de nada adiantaria envolver se num ato tão sagrado, se não souber amparar e ser amparado pela sabedoria do não!
E as afirmativas são sucessivas, e muitas vezes tão doloridas, tão desprezíveis que nem são compreendidas, e se envolvem na magia dos sentimentos, que se faz apodrecer diante da dor por não saber conter na melodia doce da negativa diante do perspicaz “esplendor”.
São momentos inexplicavelmente invencíveis, porém por serem antitéticos, tornam-se poderosos e doadores, gananciosos, perturbadores, amorosos e, por que não mencionar, deliciosamente sem pudores.
São meninas, mães, mães meninas, velhas, velhas mães e tão sozinhas, tão entregues a vida, a vida vidinha, detentoras da supremacia, que nenhum poder vai superar. São capazes de encarar o universo, viajar por todos os mares, envolver se na nebulosidade, ou no encanto de uma noite de luar. Transformam o mundo e se transformam, fogem desesperadas de gaiolas, e conseguem a plenitude alcançar! São mães ... são mães ... suavemente e decididamente ... são mães.

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