Em cada dia da nossa vida, uma lição.


Dizem que amor e ódio andam de mãos dadas. Mas, será que é realmente possível transformar o amor em ódio? Podemos transformar o amor em vingança?
Falam que, enquanto no amor temos a expressão do afeto em sua forma positiva, no ódio encontramos o total desapreço por aquele que se tornou alvo da nossa ira. 
O tempo é um grande sábio e, o melhor remédio para curar nossas feridas e enxergarmos com clareza a realidade que existia e não aquilo que havíamos criado frente as nossas carências internas. 
Quando o amor se faz presente em nossos corações, conseguimos nos perdoar e aos outros também, entendendo que as pessoas passam por nossas vidas, para que possamos vivenciar lições úteis ao desenvolvimento de ambos. 
Mas, se o amor é isto como o ódio surge? 
Creio que são pessoas que não conseguem amar, precisam de um sentimento que lhes faça crer que são amadas, que nas suas perdas poderão revestir com uma posterior substituição, uma espécie de consolo para uma alma tão infeliz.
São pessoas que crêem podem dominar com a sua ira aos que lhe rodeia, e através dos gritos histérico provocam sensações nos que lhes rodeia de que através do barulho que emitem demonstra a loucura, a insensatez.
Porém, diante de ameaça, elas explodem em ódio, sentimento este que reflete a baixa auto-estima e insegurança que as assolam. São fúteis, imbecis e dignas de piedade.
Refletimos no mundo aquilo que temos dentro da nossa alma, e não podemos permitir que os doentes em seu interior, sejam capazes de destruir a nossa luz.
É verdade que por sermos humanos, a nossa fraqueza expõe as nossas feridas e nos deixa cicatrizes – e como são doloridas, como sangra.
Um dia haverão de mensurar a dor e não vamos sair ilesos, mas podemos nos permitir diante do aprendizado, uma grande lição.

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