sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O direito ao nosso livre arbítrio

É real, é concreto afirmar que a maldade neste novo século é tão real quanto na era primitiva; Poder - se -ia até dizer, que bem mais elevada e tangível, uma vez que se tornou contemplada por total insanidade e, é uma ameaça individual ou coletiva.
A maldade  e as injustiças caracterizam ao século XXI, onde o ser humano aproxima-se rapidamente da inferioridade de atos, e consequentemente do seu caráter.
Encontramos a personificação do mal maquiada como erros que podem ser vistos como doenças mentais ou distúrbios da personalidade. Em verdade são criaturas que contribuem para a cada dia mais, temermos a nossa própria existência.
O mal então seria o bem? Seria covardia esquecer as injúrias ou as infâmias?
É lastimável observar deduções paradoxais  degeneradas, não querer compreender que na luta misteriosamente representada por este cancro podre e abominável, o bem, a harmonia, a lealdade porque é a norma, é enxergada como fato transitório e condenado ao aniquilamento.
A violência é tudo o que ocorre quando o sofrimento é imposto a uma pessoa. E, o sofrimento é um aspecto da dor, o qual tem  significados distintos. É maldade passiva, resultado da maldade ativa.
Pergunto-me se as más ações não expressam o seu mau espírito? O erro difere da verdade, assim como as trevas da luz.
Não podemos negar a maldade do homem, e/ ou compararmos a luz e a sombra, o calor e o frio porque a sombra e o frio não são dotados de existência privativa, falta-lhes essência própria, são negações.
Dar essência ao mal é recusar a essência do bem, é sustentar ao contraditório, e haverá de existir os que ainda crêem num mundo melhor, pois possuímos o livre arbítrio, o direito de escolha.

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