Eu sou um beija flor


Livre como o beija-flor me encanto com o meu ninho, e tenho asas para voar...Mas não sou um passarinho. Vivo e tento me adaptar aos mais variados lugares e ecossistema.
Bem sei que ao longo dos tempos, várias hipóteses foram elaboradas na tentativa de responder como os planetas apareceram - como a hipótese da geração espontânea, a hipótese extraterrestre entre outras. Porém, e eu?
Olhando um jardim florido (as pessoas), durante as estações que se sucedem (a vida), aparentemente não há atividade (tudo transcorreria em paz), todavia como beija-flor (observadora), também me sinto responsável pela polinização de algumas flores (aqueles a quem sinto que posso colaborar), bem como pequenos morcegos (os que me circundam em busca de extrair da minha alma a essência).
Alguma delas, como a família, tem um perfume forte (nem sempre estão mais próximas apenas por laços afetivos), e buscam desagregar, atraídas por sua pérfida imagem ao espelho interior.
Pois é! A natureza é sempre surpreendente e podemos encontrar “os ladrões de néctar”(o amor, a sensibilidade), como formigas que entram e saem da flor (do nosso convívio) sem realizar a polinização (o bem, a harmonia). Alguns são capazes de machucar tão forte que causa a dor, seja com atos ou palavras. Todavia, a vida se renova, e somos surpreendidos pela esperança ao amanhecer, facilitando voar ao vento, e levar ao longe a palavra renovação.

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