SAMPA



Ah São Paulo!
Da varanda lhe vejo triste
Ou quem sabe, muito forte.
Tão abatida quanto a morte.
Tão cinzenta, tão agorenta,
Ah São Paulo!
Quem te aguenta?
Eu não te vejo nojenta
Procuro apenas te ver
E quem sabe te agradecer.
Não entendi, não compreendi
Apenas sei quanto sofri
Os poetas dizem: é a capital
Mas não é a inicial
Tampouco será a final.

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